sábado, 21 de abril de 2012

Verde e Amarelo - Apoio total do CG Los Angeles




Apoio Total de CG Los Angeles ao Rally realizado em Washington DC.

FRANKENSTEIN

"Decretos que regulamentam Leis que foram revogadas é apenas um exemplo do FRANKENSTEIN que criaram e ao qual nos submeteram por anos. Encontrar o fio do novelo para que seja refeita, da forma correta, a nossa situação legal, não tem sido fácil, pois não contamos com nenhuma ajuda do MRE, responsável pelo 'monstro', mas contamos com o total apoio de um Senador da República - SENADOR PAULO PAIM ! "


Antonio Carlos di Gáspero
Presidente da AFLEX

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Impossível ?!? Claro que não...

"Algo só é impossível até que alguém duvide e acabe provando o contrário "

                                                 Albert Einstein




Vamos em frente !

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Rally em Washington na Imprensa americana





While Rousseff spoke at the Chamber of Commerce, about 25 Brazilian embassy and consulate employees protested outside. Antonio Carlos di Gaspero, one of the founders of the Brazilian Ministry of Foreign Affairs’ Local Hired Employees, said they were asking for a career plan and raises.
“We are in a legal limbo,” he said.
The Brazilian employees work in the U.S. but are officially in Brazilian territory and are not entitled to labor rights by either country, di Gaspero said. He said they handed out a letter with their complains to Brazilian Foreign Affairs Minister Antonio Aguiar Patriota.


Click on photo to enlarge or download: About 25 Brazilian embassy and consulates employees protest outside the Chamber of Commerce, where President Dilma Rousseff was speaking. They said they lack career plans and adequate pay. SHFWire photo by Robin SiteneskiClick on photo to enlarge or download: About 25 Brazilian embassy and consulates employees protest outside the Chamber of Commerce, where President Dilma Rousseff was speaking. They said they lack career plans and adequate pay. SHFWire photo by Robin Siteneski






























http://www.infozine.com/news/stories/op/storiesView/sid/51438/


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Imprensa



http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120408_visita_dilma_pu_atualiza.shtml

Imprensa

http://blogs.estadao.com.br/julia-duailibi/funcionarios-do-governo-brasileiro-nos-eua-articulam-protesto/


Funcionários do governo brasileiro nos EUA articulam protesto

Funcionários contratados pelo governo brasileiro no exterior, que atuam na embaixada
 e em consulados nos Estados Unidos, preparam uma manifestação para às 17 
horas, (18 horas no horário de Brasília), em frente à Câmara de Comércio dos Estados
 Unidos em Washington, onde a presidente Dilma Rousseff discursará no final da tarde.
O movimento, chamado de “Rally pelo Fim do Limbo Jurídico”, alega que a 
categoria não tem reconhecimento legal. “Apesar do fato de trabalharem no que é 
considerado solo brasileiro no exterior seus empregados não são cobertos pela 
legislação trabalhista brasileira ou estrangeira. Sem parâmetros que claramente 
definem sua carreira, se encontram em um ‘limbo jurídico’ sem precedentes. 
Sem nenhuma consideração por eles, o governo brasileiro usa a lei que lhe 
é mais conveniente”, afirma email enviado aos funcionários chamando 
para a manifestação. Os manifestantes não fazem parte do quadro de 
diplomatas que atuam nestes postos.
“Há décadas, seus salários não são revisados nem ajustados em conformidade 
com o custo de vida local e agora constituem níveis de pobreza. A falta de
 regulamentação tem facilitado inúmeros abusos e discriminações contra
 os trabalhadores em missões diplomáticas brasileiras no exterior”, diz o 
texto. “O partido do governo brasileiro, Partido dos Trabalhadores (PT)
, foi fundado no Brasil por movimentos trabalhistas. Agora que está no
 poder, não deve esquecer a sua história e deixar seus próprios empregados
 desamparados.”
Em 2011, quando Dilma esteve nos EUA, funcionários contratados 
de 14 postos diplomáticos brasileiros enviaram uma carta à secretária
 de Estado, Hillary Clinton, falando sobre o que chamaram de 
“condições adversas enfrentadas no trabalho”.





http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1073248-dilma-desembarca-nos-eua-para-discutir-educacao-comercio-e-temas-globais.shtml
08/04/2012 - 22h25

Dilma desembarca nos EUA para discutir educação, comércio e 'temas globais'

DA BBC BRASIL, EM WASHINGTON

A delegação brasileira que iniciou a visita aos Estados Unidos neste domingo, encabeçada pela presidente Dilma Rousseff, assinará sete acordos bilaterais e outros 14 relativos ao programa Ciência Sem Fronteiras.
Dilma chegou à capital americana, Washington, acompanhada de uma comitiva de sete ministros, para a visita de dois dias que também inclui a cidade de Boston.
No lobby do hotel Four Season, no elegante bairro de Georgetown, em Washington, a presidente evitou falar com os jornalistas.
"Vocês estão descansados, eu acabei de chegar de viagem. Foi boa, mas cansativa", desconversou Dilma, acrescentando que as expectativas da visita são "ótimas".
Dilma se reuniu no próprio hotel com 23 empresários e algumas associações empresariais. No encontro, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), os empresários apresentaram para a presidente o que acreditam ser os principais pontos para desobstruir a relação comercial.
TEMAS
O presidente da CNI, Robson Andrade, disse que entre estes pontos está a questão da bitributação. As empresas brasileiras que investem nos Estados Unidos precisam pagar impostos nos dois países, ele explicou.
Já pela legislação americana, as empresas nacionais dos EUA não têm esta obrigação.
O encontro, segundo o presidente da CNI, também discutiu como as empresas brasileiras podem aprender com as companhias americanas no terreno da inovação "talvez através dos acordos educacionais que serão assinados durante a viagem".
No fim do mês passado, a CNI divulgou junto com a Câmara Americana de Comércio uma carta com recomendações para os governos de ambos os países por ocasião da visita.
Entre estas recomendações estão a inclusão do Brasil no Programa de Isenção de Vistos, para incentivar o movimento de turistas e empresas entre os dois países, e a facilitação de vistos para trabalhadores qualificados no Brasil.
Este último tema - mão-de-obra qualificada - será permanente na visita. Em Washington as autoridades brasileiras assinarão 14 acordos na área de educação relativos ao programa Ciência Sem Fronteiras, para permitir que mais universidades americanas recebam estudantes brasileiros.
Na terça-feira, em Boston, Dilma visitará a Universidade Havard, que já faz parte do programa, e a sede do Massachusetts Institute of Technology (MIT), que fará parte do programa a partir da terça.
A meta do programa é enviar 101 mil bolsistas para estudar no exterior - 75 mil financiados pelo governo - e a expectativa é que cerca de um quinto deles venha para os Estados Unidos.
Além deses acordos, Brasil e Estados Unidos devem assinar quatro acordos internacionais e três institucionais.
Entre as áreas contempladas estão aviação (na qual os dois países são líderes mundiais), segurança alimentar (para atuação conjunta em outros países), cooperação descentralizada (relativa a Estados e municípios), além de uma troca de cartas para reconhecimento dos nomes internacionais da cachaça brasileira, e do bourbon e uísque do Tennesse.
PARCEIROS DISTANTES
Nesta segunda-feira, Dilma Rousseff se encontrará com seu colega americano, Barack Obama, em uma visita de trabalho na Casa Branca que se estenderá até o almoço.
Será a terceira vez que os dois se encontram como presidentes: a primeira foi em março do ano passado, quando Obama visitou o Brasil. A segunda, na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, em setembro do ano passado.
Durante a reunião na Casa Branca na segunda-feira a agenda certamente incluirá temas econômicos, já que os Estados Unidos têm interesse em recuperar mercado em uma das economias que mais crescem no planeta.
O comércio Brasil-EUA cresceu 120% nos últimos dez anos, chegando a US$ 60 bilhões em 2011. Isto equivale a 12,5% do intercâmbio brasileiro com o mundo.
Entretanto, o volume é menor do que a relação Brasil-China, que alcança US$ 77 bilhões.
Espera-se que Dilma também toque na questão do acesso ao mercado americano: até agora os EUA não tomaram medidas para eliminar as barreiras que afetam o suco de laranja brasileiro, como determinado pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Além disso, os presidentes também discutirão "temas globais", como disse uma alta fonte do governo americano. Não está claro se Dilma tem intenção de discutir o programa nuclear iraniano, tema de atrito entre os dois parceiros.
Depois da reunião dos países Bric - Brasil, Russia, Índia e China, em Nova Déli -, a presidente brasileira expressou que colocaria para Obama a posição conjunta do grupo. Que é contrária a sanções bilaterais, como as impostas pelos EUA.
Porém, o tema foge do clima de reforço à agenda bilateral positiva, que diplomatas dos dois lados pretendem imprimir à ocasião.
PROTESTOS
Por ocasião da visita, entidades estão aproveitando para protestar ou reivindicar direitos.
Na segunda-feira de manhã, organizações ambientais farão uma marcha até a Embaixada brasileira contra o que consideram ser "mudanças regressivas" no Código Florestal, contra a condução do governo federal de denúncias relativas aos direitos humanos na construção da usina de Belo Monte, e contra a violência contra ativistas pela preservação ambiental.
O protesto é uma ação de cerca de 40 organizações ambientais brasileiras e estrangeiras, além de intelectuais engajados com a causa.
Também na segunda-feira, à tarde, funcionários do Ministério das Relações Exteriores (MRE) no exterior farão um protesto em frente à Câmara americana de Comércio, onde a presidente fará o encerramento de um seminário empresarial.
A mobilização, pelo "Fim do Limbo Jurídico" pede o reconhecimento legal da categoria. Reivindicação que, segundo os organizadores do protesto, já foi feita através de várias cartas, inclusive durante a visita de Dilma Rousseff aos EUA por conta da Assembleia Geral da ONU, em 2011.
"Apesar do fato de trabalharem no que é considerado solo brasileiro no exterior seus empregados não são cobertos pela legislação trabalhista brasileira ou estrangeira", afirmam.

Verde e Amarelo em CG Houston


Verde e amarelo em CG Miami


Verde e amarelo em CG Nova York

Verde e Amarelo em CG Nova York


domingo, 8 de abril de 2012

CARLOS DI GASPERO TO THE PRESS


If you are reading this now is because you probably received my press release a couple hours ago.

My name is Carlos di Gaspero, I’m the President of AFLEX, MRE’s Local hired Work Association. I was once an employee of MRE, the Brazilian Ministry of Foreign Affairs.

As I sit here waiting for my plane going to DC to participate in AFLEX first public demonstration in favor of employees hired abroad by the Brazilian Government, so many things are going through my mind, but I’m going to give you a brief history of what happened last year.

It all started because we, locally hired employees, asked for salary reparation beginning 2011, and immediately got a telegram from Brasíllia saying we could not have salary compensation again, because the government was cutting down expenses. At the same time we learned that the public servants abroad, our coworkers per say, had not only had their salaries adjusted in 2011, but also had their residence assistance plan increased.

We were really bummed out and wanted to send a letter to President Dilma describing our work situation, as most of us are members of the Worker’s Party in Brazil, we voted for her and felt that she needed to become aware of the problems we face for so many years.

So I, and couple of colleagues from different diplomatic posts in US, started a movement called Operation Wakeup Call, and sent a letter to Dilma on May 5th, 2011. After that many other letters were sent to our Minister of Foreign Affairs, Antonio Patriota, to representatives of the Brazilian Congress and to our former president Lula.

In the same environment, working side by side, there are public servants that have all the benefits the Brazilian Gov offers like, regular salary compensation, pension fund, residence assistance, family assistance plan, health insurance when they retire, right to promotion and career plan; and then you have the local hired employees that are denied all these benefits and are abandoned by the employer.

Basically, according to MRE, we have no rights to anything. This is only not right, it’s discrimination. We have not had our salaries revised for decades.  Our work force is not recognized by our own government. We have no career development plan, we have no retirement plan. We have sick people working because they cannot retire.  We have people dying without being able to enjoy retirement. We have people categorized as Administrative Assistants performing technical functions like Accounting, Translation, Network Support and Administration, Economy, Journalism, and Social Assistance to Brazilians citizens abroad. We are not paid overtime and have no voice.

There are so many irregularities in the way MRE treat their local hired force, that if I continue we can spend the night here. You have to understand that these all been happening for decades, it is not president Dilma’s fault but, as a Worker’s Party Official , it will be a shame if she does not fix the situation.

From that first letter sent to Dilma, we received so much support from local hired workers from all over the world and the movement gained force very fast. In Brazil we have the support of Senator Paulo Paim (PT-RS), the Head of the Senate Human Rights Commission. He arranged for us to meet with Itamaraty for the first time. In this first meeting they told us they did not recognized Operation Wakeup Call as the legal representation of their local hired employees abroad.  That was back in August of 2011.

So we decided to legalize our movement and formalized AFLEX – an Association for the local hired by MRE abroad. We instituted our Association last December and sent a letter to MRE hopping to get back to the negotiation table. We still haven’t heard anything from them.

That’s why we are going to protest on the streets of Washington DC. We want to go back to the negotiation table. We want to be heard, we need the recognition of our work force, and we want a career development plan.

 I left MRE because I was not happy with my work situation but I wanted to do something about it, and that’s what I’m doing right now, trying to get better working conditions for all local hired employees of the Brazilian Government abroad.

If you can, please broadcast this protest.

All the local employees hired by the Brazilian Government abroad will greatly appreciate your help.

Regards,

Carlos di Gaspero
President of AFLEX

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Verde e amarelo

 Caros colegas,


O nosso grupo está aumentando. Informamos que a Missão do Brasil junto à CPLP em Lisboa, acaba de aderir.


Não se esqueçam do verde e amarelo no Rally de segunda-feira, dia 9 de abril.


Vejo vocês lá,


Um abraço,


Antônio Carlos di Gaspero

terça-feira, 3 de abril de 2012

Rally em Washington D.C.

O Rally terá início às 17:00 horas do dia 9 de abril em frente a US Chamber of Commerce - 1615 H street NW - Washington D.C.


Espero todos vocês lá!


Abraços,


Antônio Carlos di Gaspero
    Presidente da AFLEX